Internacionalizando o blog... vou escrever de novo, mas agora em inglês! Sim, eu sou metida. Se não fosse, meus pais não teriam me tido. HA! Sacou, sacou?
Two posts in a single day... that's a great evolution when it comes to Salsichards. After abandoned for months, I think this cute blog deserves a little love.
What am I gonna write about? Ohhh, torturing question...
Alright, I'll just keep writing whatever comes to my mind, and let's see where it goes.
...
Last night I kept thinking a little about life, before falling asleep. I've been doing that a lot lately, but differently from the last nights, the thoughts didn't keep me from sleeping, fortunately.
The thoughts started with something like: "what would I do if I won big on the lottery?"
Of course, I wouldn't get the poor people's legs cut off. Honestly, I'm so hypocrite that I doubt I'd even consider doing anything for the poor people. I admit I'm given into hypocrisy. Everybody is... they just don't admit so.
Well, as a start, I'd probably deposit all of the money on a saving bank account, and make even more money from it. Then I'd survive from this extra money I get, which means I'd NEVER have to work. That's a good start, I think.
Of course, I'd move to somewhere else... or even try and travel around the world. First Latin and North America, then Asia, Oceania, Africa and finally Europe. "Why Europe at last?", you might ask... that's because once I reach Europe, I don't intend to goo anywhere else. I'd stay there, forever.
Then some other question comes to my mind: which country would I pick for living?
Ahhh, that's a hard question. Maybe England? That would be good, once I'm already an english speaker, and I still haven't learned any other language (except for portuguese... duh!). But I don't know... I dreamt of living in England a while ago, but I kinda gave up, not sure why.
After some hard thinking, I finally picked a country: Germany. That's where I'd live. No problems, I'd manage to learn the language within a little while. Plus, there's nice people, nice culture, nice (and VERY nice) beer, nice food...
... wait, nice food? Then another question pops up in my mind: what the hell would I eat there? I'm so used to rice, beans, a beef and salad, everyday, since I first had teeth enough to eat that. I wouldn't probably get used to any typical food from Germany, so I'd have to find my beloved rice and beans, and maybe try to cook it everyday.
I'm too lazy to cook. As I mentioned before (more specifically, on my last post), I usually eat at a restaurant, just to keep myself from cooking. Plus, I'm not sure about the food prices there, but I bet rice and beans would cost me a fortune. Well, I'd be rich, but what if I end up poor just due to buying expensive imported food there? I'd have to work to survive, and it's not something I'd like to do, at all.
Alright... I'd try and get used to the german food, anyways. And I'd refuse to eat at McDonald's, or anything like that. My stomach is strong, I've already eaten so many different kinds of dishes, either good and bad ones... why not giving it a try?
No, I wouldn't get used. It's too different for me. After a couple months, I'd have to get back to my good and old rice/beans combination. Though I'd still have the tasty and cheap german beer, some coffee, cigarettes... oh, no, cigarettes! They're too expensive in Europe! Either I'd have to quit, or smoke less, which I don't think I'd manage to do.
After a lot of difficulties on getting used to the culture, food, language and etc... well... ok, I'd give up.
Back to Brazil. And after getting tired of Brazil, back to the roads. That's what my life would be like.
Oh, well, and don't ask me for my phone number. Don't try to find me: I'll find you instead, and keep in contact.
It's really hard to decide what to do with your life, if you had some fat bank account all of a sudden. Didn't take me too long to get tired of thinking.
So I fell asleep.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Meu são Genérico, mas que abandono!
Esse pobre blog anda muito abandonado, pro meu gosto. Então vou postar aqui um diálogo que tive semana passada, com o dono do restaurante que frequento. Almoço lá quase todos os dias.
Segue o diálogo:
- Fala, gaúcho.
- E aí, gatona? Tudo bem? (ele tem umas gírias idosas, do tipo "gatona", "jovem" e por aí vai.)
- Tudo tranquilo, e você?
- Tudo jóia. Sabe que sonhei com você essa noite?
- Ah, é? Sonhou o quê?
- Sonhei que você vinha almoçar aqui hoje!
- Ah, então seu sonho se tornou realidade.
- Pois é!
- Da próxima vez, sonha que eu ganhei na mega sena, por favor.
- Eu, não! Se você ganhar, não vai dividir o dinheiro comigo.
- Imagina, claaaro que vou... eu sou uma pessoa legal!
- Sei, sei... você vai é desaparecer, não vai querer saber de mais nada.
- Ah, mas dependendo da grana, até rola dividir e tal, sem problemas.
- ... olha... se eu ganhar na mega sena, nenhum pobre vai andar à pé, nunca mais.
- Óóóó, que legal... se importando com causas sociais...
- É... nenhum pobre vai andar à pé. Vou mandar cortar as pernas de todos eles.
Dei uma risada, peguei o rango e fui almoçar.
Segue o diálogo:
- Fala, gaúcho.
- E aí, gatona? Tudo bem? (ele tem umas gírias idosas, do tipo "gatona", "jovem" e por aí vai.)
- Tudo tranquilo, e você?
- Tudo jóia. Sabe que sonhei com você essa noite?
- Ah, é? Sonhou o quê?
- Sonhei que você vinha almoçar aqui hoje!
- Ah, então seu sonho se tornou realidade.
- Pois é!
- Da próxima vez, sonha que eu ganhei na mega sena, por favor.
- Eu, não! Se você ganhar, não vai dividir o dinheiro comigo.
- Imagina, claaaro que vou... eu sou uma pessoa legal!
- Sei, sei... você vai é desaparecer, não vai querer saber de mais nada.
- Ah, mas dependendo da grana, até rola dividir e tal, sem problemas.
- ... olha... se eu ganhar na mega sena, nenhum pobre vai andar à pé, nunca mais.
- Óóóó, que legal... se importando com causas sociais...
- É... nenhum pobre vai andar à pé. Vou mandar cortar as pernas de todos eles.
Dei uma risada, peguei o rango e fui almoçar.
sábado, 1 de agosto de 2009
Uma cena de família
Cozinha. Eu tomando café. Entra meu pai.
PAI: Você viu que morreu mais um cara...Por causa da gripe su...
EU: O que?
PAI: Ína...
EU: Nossa!
PAI: Pois é! Ele é lá de Itapetininga.
EU: Sério, pai? Eu tenho amigos lá em Itapê!
PAI: Não, mas é cara novo...
EU: Então...
PAI: Mas fica tranquilo! O cara que morreu lá mora em São Paulo, na verdade...
EU: Mas, pai, meus amigos de lá também moram em Sâo Paulo... Comigo, lembra?
PAI: É... Então vai ver que é mesmo....
EU: Poxa!
Silêncio constrangedor. Cai o pano.
PAI: Você viu que morreu mais um cara...Por causa da gripe su...
EU: O que?
PAI: Ína...
EU: Nossa!
PAI: Pois é! Ele é lá de Itapetininga.
EU: Sério, pai? Eu tenho amigos lá em Itapê!
PAI: Não, mas é cara novo...
EU: Então...
PAI: Mas fica tranquilo! O cara que morreu lá mora em São Paulo, na verdade...
EU: Mas, pai, meus amigos de lá também moram em Sâo Paulo... Comigo, lembra?
PAI: É... Então vai ver que é mesmo....
EU: Poxa!
Silêncio constrangedor. Cai o pano.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Dolorosa despedida de um amor incondicional.
Você chegou assim, como quem não quer nada, em companhia de uma das minhas melhores amigas. Coberta por uma brancura imaculada, lindíssima por fora e por dentro. Quando te vi, foi amor à primeira vista: meu coração se encheu de esperança, ternura e, sim, um certo alívio, pois desde o primeiro instante eu soube que você estaria do meu lado, sempre.
E assim foi. Você não me decepcionou em momento algum, correspondeu a todas as minhas expectativas! Me ajudou, salvou minha vida nos momentos mais desesperadores, tirou grandes pesos das minhas costas, poupou meus esforços em situações dramáticas. Em troca, te acolhi em meu humilde lar, te sustentei, paguei suas contas, enxuguei o rio de lágrimas que, por muitas vezes, você derramou ao exercer suas funções. Te dei todo amor e carinho que pude e que não pude.
Cuidei de você como se fosse minha... ... como se fosse...
... porque você nunca foi minha, de verdade.
Apesar disso, sempre foi fiel, jamais sequer considerou me sacanear.
Muitas vezes perdi o sono, pensando em como poderia te conquistar. Porém, minhas noites em claro foram em vão: me esforcei, quebrei a cabeça, fiz contatos, pedi, implorei, tentei negociar... a tristeza tomava conta da minha alma quando pensava que você inevitavelmente me deixaria. Sim, eu estava certa de que esse momento chegaria – mas não imaginei que fosse tão repentinamente.
Você agora está nos braços de outra pessoa, que pode te dar um grande valor, mas não tanto quanto eu te dei nesses dois anos de convivência. Não sei se, apesar de tudo, você deixou minha casa com a impressão de que te explorei demais, sendo que me utilizei de suas forças até o último minuto em que você esteve presente... e se esse foi seu pensamento quando me deixou, peço as mais sinceras desculpas.
Querida... você iluminou meus dias. E, na hora de lavar a roupa suja de nossa relação, você foi sempre compreensiva, eficiente, atenciosa, carinhosa. Nunca deixou a desejar, e sei que nunca deixará, mesmo estando longe de mim, em algum lugar que desconheço completamente. E o espaço vazio que você deixou, será agora preenchido com sofrimento, dor e agonia.
Mas não se preocupe. Hei de me acostumar com essa situação, sendo que não há outro jeito.
E é por essas e outras que eu presto esta singela homenagem a você, amada.
Obrigada por tudo! E mesmo que um dia eu consiga te substituir fisicamente, nunca me esquecerei de seus esforços e de sua dedicação, que tornaram minha vida muito mais fácil e feliz.
Eu te quis pra mim... mas não foi possível. Me perdoe.
Adeus, máquina de lavar da Carol. Eu sempre te amarei.
Sim... a Carol vendeu a máquina de lavar dela, que estava aqui em casa há mais ou menos dois anos. Vou ter que lavar roupas no tanque... DROGA DE VIDA!
E assim foi. Você não me decepcionou em momento algum, correspondeu a todas as minhas expectativas! Me ajudou, salvou minha vida nos momentos mais desesperadores, tirou grandes pesos das minhas costas, poupou meus esforços em situações dramáticas. Em troca, te acolhi em meu humilde lar, te sustentei, paguei suas contas, enxuguei o rio de lágrimas que, por muitas vezes, você derramou ao exercer suas funções. Te dei todo amor e carinho que pude e que não pude.
Cuidei de você como se fosse minha... ... como se fosse...
... porque você nunca foi minha, de verdade.
Apesar disso, sempre foi fiel, jamais sequer considerou me sacanear.
Muitas vezes perdi o sono, pensando em como poderia te conquistar. Porém, minhas noites em claro foram em vão: me esforcei, quebrei a cabeça, fiz contatos, pedi, implorei, tentei negociar... a tristeza tomava conta da minha alma quando pensava que você inevitavelmente me deixaria. Sim, eu estava certa de que esse momento chegaria – mas não imaginei que fosse tão repentinamente.
Você agora está nos braços de outra pessoa, que pode te dar um grande valor, mas não tanto quanto eu te dei nesses dois anos de convivência. Não sei se, apesar de tudo, você deixou minha casa com a impressão de que te explorei demais, sendo que me utilizei de suas forças até o último minuto em que você esteve presente... e se esse foi seu pensamento quando me deixou, peço as mais sinceras desculpas.
Querida... você iluminou meus dias. E, na hora de lavar a roupa suja de nossa relação, você foi sempre compreensiva, eficiente, atenciosa, carinhosa. Nunca deixou a desejar, e sei que nunca deixará, mesmo estando longe de mim, em algum lugar que desconheço completamente. E o espaço vazio que você deixou, será agora preenchido com sofrimento, dor e agonia.
Mas não se preocupe. Hei de me acostumar com essa situação, sendo que não há outro jeito.
E é por essas e outras que eu presto esta singela homenagem a você, amada.
Obrigada por tudo! E mesmo que um dia eu consiga te substituir fisicamente, nunca me esquecerei de seus esforços e de sua dedicação, que tornaram minha vida muito mais fácil e feliz.
Eu te quis pra mim... mas não foi possível. Me perdoe.
Adeus, máquina de lavar da Carol. Eu sempre te amarei.
Sim... a Carol vendeu a máquina de lavar dela, que estava aqui em casa há mais ou menos dois anos. Vou ter que lavar roupas no tanque... DROGA DE VIDA!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
MODS COM ROCKERS DÁ TRETA
Tava ali na padoca
Comendo uma chuleta
Quando vi lá de fora
Parada uma lambreta
De topete pra cima
Cheguei dando a muqueta
Descobri que era mina
Ao chutar-lhe a buceta
Dead Boy
Pra quem não sabe do que ele ta falando:
http://www.youtube.com/watch?v=XHa0OWR39k8
Comendo uma chuleta
Quando vi lá de fora
Parada uma lambreta
De topete pra cima
Cheguei dando a muqueta
Descobri que era mina
Ao chutar-lhe a buceta
Dead Boy
Pra quem não sabe do que ele ta falando:
http://www.youtube.com/watch?v=XHa0OWR39k8
segunda-feira, 8 de junho de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Olá crianças feias e cabeçudas que perdem seu precioso tempo nessa birosquinha gostosa.
Resolvi criar vergonha na cara e postar de vez uma tirinha tosca que me deu muito trabalho pra fazer no paint!
Espero que vocês gostem, mas se não gostarem também tanto faz. Sou cuzão e nem ligo para o que vocês pensam, lero, lero...
sábado, 11 de abril de 2009
Pelé ou Maradona?
Na cidadezinha, bem na divisa Brasil/Argentina, a igreja enche para a missa das 10h.
Argentinos, brasileiros, prefeito, etc…
O padre começa o sermão:
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus. Aquele povo desgraçado, como esses argentinos que estão aqui.
- Ohhhhhhh! - Coro generalizado na igreja e, logo depois, o maior tumulto.
Os argentinos saíram xingando o padre, houve briga na porta da igreja.
O prefeito levou a mão na cabeça, indignado.
Acabada a confusão, o prefeito foi falar com o padre na sacristia:
- Padre, pega leve, os argentinos vêm para cá, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem divisas para a cidade. Não faça mais isto, por favor.
Durante toda a semana a cidade não falou de outra coisa senão do padre e o sermão do domingo.
Aquele "zum zum zum" todo foi deixando as pessoas curiosas para saber como seria no domingo seguinte.
É bem verdade que uma parte estava até satisfeita, pois não morriam de amores pelos hermanos.
Finalmente, chega o domingo, o prefeito vai à sacristia e recomenda:
- Padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, não? Por favor, não arrume nenhuma encrenca hoje, certo?
Começa a missa e o padre chega ao sermão:
- Irmãos, estamos aqui reunidos, hoje, para falar de uma pessoa da Bíblia:
Maria Madalena. Aquela mulher, a prostituta que tentou Jesus, como essas argentinas que estão aqui.
Mal acabou de falar e não deu outra! Pancadaria na igreja! Algumas internações no pronto-socorro local e o prefeito novamente foi ao encontro do padre:
- Padre, pelo amor de Deus! O senhor não me disse que ia pegar leve? Se o senhor não parar com isso, vou ter que pedir sua retirada imediata da paróquia.
Naquela semana, o "zum zum zum" foi maior ainda.
O papo era só o sermão e ninguém perderia a missa do próximo domingo, nem por decreto!
Na manhã do domingo, a igreja parecia final de campeonato brasileiro: não tinha lugar para ninguém.
O prefeito entra na sacristia escoltado pela polícia e adverte:
- Padre, pega leve, senão te levo em cana!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar, de tanta gente.
Neguinho que há anos não pisava na igreja, parecia que era o mais devoto dos católicos.
Quando o padre aparece, tensão generalizada... bochichos... Até que ele começa o sermão:
- Irmãos, estamos aqui reunidos hoje, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia.
(O prefeito então respirou aliviado)
- Jesus, naquele momento disse aos apóstolos: - Esta noite, um de vocês me trairá.
Então João pergunta: - Mestre sou eu?
E Jesus respondeu: - Não, João, não será você.
Pedro pergunta: - Mestre serei eu?
E Cristo respondeu: - Não, Pedro, não será você.
E então Judas pergunta: - Miestre, soy yo?
(tirado do blog O Porteiro)
Argentinos, brasileiros, prefeito, etc…
O padre começa o sermão:
- Irmãos, estamos hoje aqui reunidos para falar dos Fariseus. Aquele povo desgraçado, como esses argentinos que estão aqui.
- Ohhhhhhh! - Coro generalizado na igreja e, logo depois, o maior tumulto.
Os argentinos saíram xingando o padre, houve briga na porta da igreja.
O prefeito levou a mão na cabeça, indignado.
Acabada a confusão, o prefeito foi falar com o padre na sacristia:
- Padre, pega leve, os argentinos vêm para cá, gastam nas lojas, nos restaurantes, trazem divisas para a cidade. Não faça mais isto, por favor.
Durante toda a semana a cidade não falou de outra coisa senão do padre e o sermão do domingo.
Aquele "zum zum zum" todo foi deixando as pessoas curiosas para saber como seria no domingo seguinte.
É bem verdade que uma parte estava até satisfeita, pois não morriam de amores pelos hermanos.
Finalmente, chega o domingo, o prefeito vai à sacristia e recomenda:
- Padre, o senhor lembra-se da nossa conversa, não? Por favor, não arrume nenhuma encrenca hoje, certo?
Começa a missa e o padre chega ao sermão:
- Irmãos, estamos aqui reunidos, hoje, para falar de uma pessoa da Bíblia:
Maria Madalena. Aquela mulher, a prostituta que tentou Jesus, como essas argentinas que estão aqui.
Mal acabou de falar e não deu outra! Pancadaria na igreja! Algumas internações no pronto-socorro local e o prefeito novamente foi ao encontro do padre:
- Padre, pelo amor de Deus! O senhor não me disse que ia pegar leve? Se o senhor não parar com isso, vou ter que pedir sua retirada imediata da paróquia.
Naquela semana, o "zum zum zum" foi maior ainda.
O papo era só o sermão e ninguém perderia a missa do próximo domingo, nem por decreto!
Na manhã do domingo, a igreja parecia final de campeonato brasileiro: não tinha lugar para ninguém.
O prefeito entra na sacristia escoltado pela polícia e adverte:
- Padre, pega leve, senão te levo em cana!
A igreja estava abarrotada. Quase não se conseguia respirar, de tanta gente.
Neguinho que há anos não pisava na igreja, parecia que era o mais devoto dos católicos.
Quando o padre aparece, tensão generalizada... bochichos... Até que ele começa o sermão:
- Irmãos, estamos aqui reunidos hoje, para falar do momento mais importante da vida de Cristo: a Santa Ceia.
(O prefeito então respirou aliviado)
- Jesus, naquele momento disse aos apóstolos: - Esta noite, um de vocês me trairá.
Então João pergunta: - Mestre sou eu?
E Jesus respondeu: - Não, João, não será você.
Pedro pergunta: - Mestre serei eu?
E Cristo respondeu: - Não, Pedro, não será você.
E então Judas pergunta: - Miestre, soy yo?
(tirado do blog O Porteiro)
sexta-feira, 6 de março de 2009
Alguém apaga esse sol!
Bom, venho hoje fazer uma reclamação a respeito desse calor ODIOSO que tem derretido os ânimos do pessoal, ultimamente.
Gente, que calor é esse?! Não dá vontade de sair de casa durante o dia, e se você sai, volta praticamente afogado em suor! Que absurdo! A situação está alarmante, e isso é um completo abuso de autoridade por parte de São Pedro. O cara não tá vendo que o povo aqui já não aguenta mais?!
Uma noite dessas, resolvi checar a temperatura aqui da cidade, só pra matar a curiosidade... qual não é a minha surpresa ao constatar que, às 23 horas, fazia VINTE E SETE graus!
Pô, 27°C à noite?! Isso é praticamente um delicioso dia de verão em Estocolmo, ou em Helsinque.
Por favor, alguém faça alguma coisa!
São Pedro, manda um dilúvio aqui, porque a coisa tá preta...
... ou apaga de vez esse sol do cacete!
(Post inútil mesmo, mas pelo menos valeu pra mostrar meu total descontentamento com esse calor infernal.)
Gente, que calor é esse?! Não dá vontade de sair de casa durante o dia, e se você sai, volta praticamente afogado em suor! Que absurdo! A situação está alarmante, e isso é um completo abuso de autoridade por parte de São Pedro. O cara não tá vendo que o povo aqui já não aguenta mais?!
Uma noite dessas, resolvi checar a temperatura aqui da cidade, só pra matar a curiosidade... qual não é a minha surpresa ao constatar que, às 23 horas, fazia VINTE E SETE graus!
Pô, 27°C à noite?! Isso é praticamente um delicioso dia de verão em Estocolmo, ou em Helsinque.
Por favor, alguém faça alguma coisa!
São Pedro, manda um dilúvio aqui, porque a coisa tá preta...
... ou apaga de vez esse sol do cacete!
(Post inútil mesmo, mas pelo menos valeu pra mostrar meu total descontentamento com esse calor infernal.)
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