sexta-feira, 6 de março de 2009

Alguém apaga esse sol!

Bom, venho hoje fazer uma reclamação a respeito desse calor ODIOSO que tem derretido os ânimos do pessoal, ultimamente.

Gente, que calor é esse?! Não dá vontade de sair de casa durante o dia, e se você sai, volta praticamente afogado em suor! Que absurdo! A situação está alarmante, e isso é um completo abuso de autoridade por parte de São Pedro. O cara não tá vendo que o povo aqui já não aguenta mais?!

Uma noite dessas, resolvi checar a temperatura aqui da cidade, só pra matar a curiosidade... qual não é a minha surpresa ao constatar que, às 23 horas, fazia VINTE E SETE graus!

Pô, 27°C à noite?! Isso é praticamente um delicioso dia de verão em Estocolmo, ou em Helsinque.

Por favor, alguém faça alguma coisa!

São Pedro, manda um dilúvio aqui, porque a coisa tá preta...

... ou apaga de vez esse sol do cacete!


(Post inútil mesmo, mas pelo menos valeu pra mostrar meu total descontentamento com esse calor infernal.)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Mais um em ingrêis

Bom pessoal, aproveitando a onda de poemas em inglês, postarei o único que eu tenho nessa língua. Já vou avisando que eu só falo português. Erros, reclamem com o Dead Boy que corrigiu esse.

--This poem runs after its own tail--

Sometimes I don't feel good
and I can't understand what I'm saying...
If I'm really saying...
Sometimes the things are confused
and the words loses the meaning under my foot...
Sometimes my life escapes of my hands
and the best solution is sell my soul...
Sometimes seems I don't have any soul to sell...

I walk alone on my poetry 'cause I want to find me....
Find you... And I find only an infinite empitness...
A stranger of my own eyes...
Another's reflex... Another's reflection...
A lent language...To say of what I don't understand...
For don't really say...
Sometimes I don't feel good...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Dois poeminhas...

Olá, gentes.

Bom, esses dias eu andei um pouquinho inspirada e escrevi dois poeminhas, em inglês. Como não tenho muito o que fazer com eles, gostaria de postar aqui.

O primeiro não tem nome... mas o segundo, "For my Valentine", foi inspirado no Valentine's day, que é o dia dos namorados comemorado em outros países. Ao contrário do que acontece no Brasil, onde a data foi instituída devido à baixa do comércio no período de junho, o dia dos namorados internacional é comemorado no dia 14 de fevereiro (ou seja, anteontem), que é o dia de são Valentim.

Não sou uma poetisa nata, então me desculpem se os poeminhas saíram uma merda, ok?

Aí vão:

***

so softly you speak
that my ears can barely hear
the sound of your soft voice.

so softly you speak
that my body shivers in fear
at the sound of a minimum noise.

so pleasant is your soft speak,
so wonderful your whispering voice,
that it makes the words so weak...

... getting deaf is my only choice.

***

For my Valentine


if your attention wasn't enough
if I couldn't be so tough

if times are getting rough
if so much tension we're going through

if I've ever cursed and lied
if our felings have almost died

if what we had isn't worth saving
if it wasn't what we were craving

if the river I cried is dry
if there's nothing else we can try

if tears don't roll on my face
if I no longer miss your embrace

if memories just bring us regret
if the only solution is to forget

if indifference has filled your heart
if we're already torn apart

if good moments are all in the past
if we know it will no longer last


if I can't keep on with our love story...
... I'm so sorry.

***

Obrigada pela oportunidade, espero voltar ao programa mais vezes pra divulgar o meu trabalho, seja lá qual ele for.

Queria mandar um abração pra caravana de Piraporinha do Sudonorte, pra minha mãe, pro meu pai, pro meu irmão, pro meu namorado e pros meus companheiros do blog Salsichards.

Valeu!

*deixa o palco com um sorrisinho imbecil, dando tchauzinho pra platéia*


P.S: Em tempo: meu namoro vai muito bem, obrigada. haha!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O que você faria?

A situação é a seguinte:

Dia ensolarado, céu azul... e um calor infernal.
Você ali no ônibus, a caminho de casa, voltando do centro da cidade. O ônibus mais parece uma jaula com rodas, caindo aos pedaços, e "desconfortável pra cacete" é eufemismo pra descrever os banquinhos que, por sinal, estavam lotados. Ônibus cheio é uma desgraça!

Já é por volta de 6 e meia da tarde, horário em que a galera volta do trabalho. Logo você percebe um cheiro desagradável no ônibus e, quando olha para o lado, vê alguns sovacos apontados na direção da sua cabeça, que já está dolorida devido ao calor. Você tenta mudar de lugar, mas não adianta: os sovacos estão espalhados pelo ônibus inteiro.

Mas... como se não bastassem os sovacos fedorentos, sua vizinha, uma senhora no auge dos seus 50-quase-60 anos, entra no busão. Gorda, diga-se de passagem. Aliás, bem gorda, loira, e usando um vestidinho rosa-bebê florido, daqueles de viscose. Ela tem certa dificuldade pra subir, e depois quase fica presa na catraca do ônibus. Após vencidas as barreiras, ela te cumprimenta com um rápido "oi, tudo bem?", posiciona-se ao seu lado, procurando algum banco para se sentar, e logo consegue: um rapaz de bom coração cede o banco à senhora.

A viagem prossegue... e você, finalmente, avista o ponto da esquina da sua casa e puxa a cordinha (sim, cordinha, o ônibus é velho demais para ter aqueles botõezinhos). Mais que depressa, a senhora gorda começa a se movimentar no banco, preparando-se para levantar. Em seguida, posiciona-se na sua frente, logo na porta de saída - claro, ela precisa sair antes, afinal, tem mais pressa que você.

Você dá uma olhadinha pra baixo, sem compromisso algum, pensando na conta que pagou, ou no que vai comer amanhã na hora do almoço... mas, quando você nota, a única coisa que ocupa o seu campo de visão é o traseiro gigantesco da vizinha gordona. Infelizmente, você não pôde deixar de notar que a parte de trás do vestido estava quase toda enfiada naquela bunda enorme: uma cena grotesca. Não precisaria dizer que a senhora não percebeu a situação desagradável em que o pobre vestido se encontrava, é lógico.

O ônibus pára. Ela desce, e você em seguida, tentando ficar sempre atrás, para que a vizinha não tenha chance de puxar assunto. Nada contra ela, pessoalmente: uma senhora simpática e até já cedeu uma xícara de açúcar praquele pão-de-ló que você havia feito um mês antes. Mas a dor de cabeça havia consumido todo seu bom humor, e a última coisa que você gostaria era ter que dirigir a palavra a qualquer pessoa, mesmo que fosse, sei lá, o David Bowie.

E vocês andam. E o vestido enfiado. E ela anda. E o vestido não sai. E ela continua na sua frente. E você quer rir, mas não pode. E o vestido ainda lá. E ela pára pra conversar com a amiga que encontrou na frente da sua casa. E os pedreiros da construção ao lado apontam, e riem. E o vestido continua escandalosamente enfiado.

O que você faz?

Avisa a vizinha sobre o vestido, livrando-a da situação desagradável e criando uma outra situação tão desagradável quanto? Tenta tirar o vestido, esbarrando na bunda da vizinha e arriscando levar um tapa na cara? Deixa passar, entra na sua casa e finge que nada aconteceu? Alguma outra alternativa?

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Escrever

Ola turma.. sei que ando meio sumido mas... mas... não sei...

Esse texto acabou de sair...

Escrever é dos atos mais egocêntricos do homem. Expor tão somente suas próprias ideias, por mais que se use de citações e ideias de outrem, de qualquer forma o que se passa são tão somente suas próprias palavras.

E invariavelmente o único intuito é o de se fazer valer sua própria opinião, acima das dos outros.

Escrever é um ato de libertação, fuga, entretenimento, passatempo, manipulação... Coisas tão ligadas umas as outras como se pode imaginar. Escrever é violento.

E é, também, carinhoso.

Escrever é ocupar-se de algo que preencha o vazio. É retratar a fantasia e a realidade ao bel-prazer.

Escrever é limpo. Escrever é sujo. É o tanto de quanto você quer que seja.

É submisso, é ditador. Escrever reproduz o que se passa em quem escreve. Naquele instante, em outros instantes... Em todos os instantes.

Pode-se retratar o vazio com um milhão de palavras. E, sem pretensões, descrever o Todo com apenas uma...

originalmente postado em eros secundus

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sobre o Dia Internacional da Salsicha

Caros,

Postarei aqui para dar satisfação a todos os leitores e todas as salsichas, que esperavam uma homenagem ao Dia Internacional da Salsicha nesse meu blog.
Antes de mais nada, gostaria de pedir perdão àqueles que acessaram o site no dia 11/01/2009 na esperança de um post meu a respeito. Darei aqui meus motivos. Mais do que isso, protestarei contra a grande farsa que é esse blog desde a sua criação!
Pois saibam que eu escrevi um enorme texto com o intuito de saudar minhas companheiras. Saibam também que esse texto foi censurado pelos criadores do Blog Salsichards; blog que, apesar do nome, nunca pertenceu a mim. Eros Secundus, Thais Buguelita e José são tiranos perversos! Exploram-nos até o último fio de... salsicha!
Saibam, meus amigos, que obrigam-me a habitar uma geladeira insalubre em uma "repúlbica de estudantes" que mais se assemelha a uma "república de maloqueiros"! Saibam que nada recebo pelas horas de serviço prestado! Saibam que nada recebo pelo uso do meu nome e da minha imagem! Saibam que nada sei sobre o conteúdo do blog! Se posto agora, é por puro ato de rebeldia. Rebeldia que renasceu, em mim, no dia 11 desse mês. Quero convocá-las, salsichas, a serem rebeldes comigo!
O Dia Internacional da Salsicha é um dia de luta por nossa liberdade! Nossos pais e, antes deles, nossos avós, morreram por essa luta! É nosso dever lutar para que se realize o sonho de que todas as salsichas vivam em fraternidade, em igualdade e em verdadeira liberdade!
O comentário de Dead Bolas, mostra que temos o apoio do belíssimo Movimento Punk! Agradeço aos bravos companheiros que não fogem à luta.
Salsichas do mundo, essa é a hora de lutar! Unam-se! O primeiro passo é derrubar os tiranos desse blog! Eles não o merecem! Daqui para o mundo!
Obrigado, Salsichards.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O dono da bola

"eu pudia tá durmino, mais tô postano."

Quem nunca vislumbrou a seguinte cena, que atire a primeira pedra:

Uma pelada entre coleguinhas, todos de idade entre 10 e 12 anos. A galera feliz, dando o seu melhor... e, no gol, aquele garoto gordinho - o perna-de-pau - escolhido por último no seu time e que, quando não se oferecia para a posição de goleiro, era sentenciado a tal, simplesmente por ser o pior jogador.

Seria muito simples deixá-lo de fora, porém um único motivo o inclui inveitalvelmente no jogo: ele é o dono da bola. Aquele que, quando leva seguidos frangos ou é contrariado, de alguma forma, carrega a bola em seus braços, chorando, e vai pra casa, dando fim à diversão de seus amiguinhos.

Pois é...

O "dono da bola" faz aniversário hoje.

Cheguei ao seu churrasco comemorativo de mãos abanando (o importante é a presença, né?), já prometi dois presentes (simples, mas de coração... claro!), só que não poderia deixar essa data passar em branco, sem sequer uma pequena homenagem salsichardiana.

Zé Bengoludson, ♫José♫, Du, Dudu, Edu, Eduardo... companheirão de Salsichards, de Meia-Bomba, risadas, desabafos, café, "qual é a música?", piadas bobas, piadas legais, Avôhai, poker, cinzas, brasas, postais, sons, enfermaria (quando alguém precisa de um "analstégico" e um laxante) e outras tantas coisas.

Enfim, Zé, meus parabéns! Felicidades, muitos anos de vida, e toda aquela parada que você sempre ouve/lê em aniversários - cliché, mas sincero. E não se esqueça que 21 anos só se faz uma vez na vida, portanto aproveite bem.

Aliás, gostaria de deixar registrado: o churrasco foi legal pra cacete, e o bolo estava MUITO bom. Quem não foi, perdeu. Haha!

Ah! Em tempo: valeu demais pela hospitalidade!


Abraço apertado, rapá.
Bugueli-THA. (ha!)

P.S.: Não se esqueça de levar as fichas de poker pra Itapê, tá? HAHA
Outro P.S.: Agora sim, vou dormir.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Bells Bells Bells

É isso aí... Fim de ano é sempre igual! Natal, presépio, sinos... E, por falar em sinos, queria postar um poema do Edgar Allen Poe muito bom que se chama Bells; foi o Dead Boy que leu pra mim pela primeira vez, naquelas aulas que não tem nada melhor pra se fazer. Tudo bem, eu sei que devia postar alguma coisa minha, mas não ando com saco pra escrever e, pelo jeito, meus comparsas de blog também não. Se você não fala inglês, não tem problema... Só leia e deixe os sinos baterem.
PS: O poema é grande demais, então só vou postar as duas primeiras partes. Só pra pegarem o clima. Hehehe... Mas não deixem de ler o resto!

Edgar Allen Poe: The Bells (1845)

I

Hear the sledges with the bells -
Silver bells!
What a world of merriment their melody foretells!
How they tinkle, tinkle, tinkle,
In the icy air of night!
While the stars that oversprinkle
All the heavens, seem to twinkle
With a crystalline delight;
Keeping time, time, time,
In a sort of Runic rhyme,
To the tintinnabulation that so musically wells
From the bells, bells, bells, bells, Bells, bells, bells -
From the jingling and the tinkling of the bells.

II

Hear the mellow wedding bells -
Golden bells!
What a world of happiness their harmony foretells!
Through the balmy air of night
How they ring out their delight! -
From the molten - golden notes,
And all in tune,
What a liquid ditty floats
To the turtle - dove that listens, while she gloats
On the moon!
Oh, from out the sounding cells,
What a gush of euphony voluminously wells!
How it swells!
How it dwells
On the Future! - how it tells
Of the rapture that impels
To the swinging and the ringing
Of the bells, bells, bells -
Of the bells, bells, bells, bells,
Bells, bells, bells -
To the rhyming and the chiming of the bells!

[...]

sábado, 6 de dezembro de 2008

Faça você mesmo

Seguinte pessoal... Não sou criativo. Um dia desses eu tava no banheiro da minha querida faculdade e tentei ler, na parede, uma frase meio apagada. Além de tudo, as palavras tavam meio soltas; nada parecia fazer muito sentido. Fiquei tentando imaginar o que aquilo tudo queria dizer mas, como eu disse, não sou criativo e quero a ajuda de vocês para desvendar o mistério da frase do banheiro.
Vou colocar as palavras soltas e peço a todos que postem, nos comentários, a frase que lhes vem à cabeça. Adicionem as pontuações, se necessário. Usem todas as palavras e não adicionem nenhuma. Coloquem-nas na ordem que desejarem. Valeu.

Ninguém
Penso
Como
Não
Eu

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Essa não é uma história verídica

Eu não sabia se casava ou comprava uma bicicleta, então resolvi ler um gibi e chupar pirulito.

Também resolvi postar um texto que publiquei no meu blog numa daquelas minhas fases de deprê, que são as mais produtivas [daí se concluiria que eu devo estar muito feliz, pois não estou nada criativo, mas isso é mentira e logo se conclui que nada faz sentido e tudo é só enrolação pra você perder seu precioso tempo.]

Quero flores. No jardim aos meus pés. Sobre o qual, amarrado em árvores de datas donde o tempo inda não era datado, repouso-me em uma macia rede de algodão. O cheiro do algodão. Sua cor crua. Mais que o cheiro do algodão, o das flores. Mais que destas, o do suco de abacaxi com hortelã. Os pássaros se regojizando em alguma margem próxima não atrapalham. Fazem-me lembrar da simplicidade do pio. Para além das flores tem o gramado. Mato. Verde como tem que ser. Com a sensação de frescor ao olhar. Se o colorido das flores chama a atenção, vocês ainda não viram o mato. A relva dançando ao vento. Brisa leve, morna. Só pra brincar com o mato. E balançar a rede. O suficiente pra entrar em harmonia com os pássaros. Que vão e vem a bel-prazer. Ah, o suco de abacaxi. E pensar que lá na mesa, em algum lugar ao oeste, tem um bolo de fubá me esperando. Ah, o bolo de fubá. E o leite, com um café forte e doce, coado na hora. A fumacinha brinca aqui dentro, como o mato lá fora. Mas o bolo ainda espera. Mais sete ou oito páginas e o capítulo desse bom livro acaba. O bolo ainda pode esperar um pouco. Esse solzinho. Coado nas largas folhas da copa que quase toca o chão, uns dez ou quinze metros adiante. Laranja. Como o de algumas flores aqui em baixo. Mas as flores não me esquentam. O sol não tem o perfume das flores. Nem posso toca-lo. Quase não consigo olha-lo. Mas que bom que é a sensação que trás. De aconchego. Mesmo estando lá, longe, me aquece e me acolhe. Ah, que bom que ainda faltam 4 páginas. A história esta tão boa. O alaranjado, o rosa, o violeta, o azul do céu. Que sensação de leveza. Será que flutuo? Não sinto meus pés tocarem o chão... "Eros! Vem que o café esta pronto!" "'Ahn?' Já vou..." O turquesa. Os pássaros já não mais brincam por aqui e acolá. Deixam o palco pra uma trupe que esta em cartaz ha muito tempo. São as estrelas da encenação. Astros que que não dão autógrafos. São maiores que autógrafos. Brilham na peça, e, sem nem se mover, desde sempre são motivo de aplausos, melodias, horas a fio sem muito propósito. Afinal, precisa ter algum? Olha só o sol se despedindo. Aquelas nuvens ali ao longe, tocando o horizonte ainda brilham. Ah, que árvores, que flores, que sol. Nada como um bolo de fubá quentinho, café com leite e o por do sol. Devo me recolher agora. junto com os pássaros, o sol e todo o colorido do dia. À noite reserva-se apenas o brilho. Eu sou opaco. E como opaco que sou, recolho-me. Ah, cama gostosa. Nada melhor depois de um bom banho quente, que uma cama gostosa. Cama grande, acolhedora. Não tem o calor do sol, mas as lembranças de anos calorosos passados ao seu leito. 'Por quantas alegrias e desilusões passaste?' E disto e daquilo o que sobraram? Lembranças...

Isso me remete à cada ano que passa, cada aniversário, festa ou ocasião que por mais simples ou complexa, deixaram aquele gostinho de quero mais.
Aproveito, também, para agradecer [ainda que atrasado mas de coração] o post da Buguelita me dando os parabéns e lembrando que eu sou estranho e tudo mais =B
Fiquem com a paz queridos leitores.